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Cátedra

Evasão no ensino superior: como identificar o estudante em risco a tempo

Quando o pedido de trancamento chega à secretaria, quase sempre já é tarde. Os sinais de que um estudante está ficando para trás costumam aparecer semanas antes, em lugares que a instituição já tem: a frequência, as notas, a situação financeira, o pedido de apoio.

Em uma frase: reduzir a evasão começa por juntar os sinais que já existem, levá-los a quem pode agir e ouvir quem saiu para entender por quê.

Tela do apoio ao estudante no Cátedra, com a fila de atendimentos e os alertas de risco.
O apoio ao estudante no Cátedra: atendimentos com sigilo e a fila de alertas de risco vinda da planilha do sistema acadêmico.

Por que a evasão pesa tanto

Cada estudante que sai leva a mensalidade dos semestres que faltavam e deixa o custo de captar alguém para o lugar dele. Além do impacto financeiro, a permanência aparece nas avaliações: políticas de atendimento ao discente, acompanhamento de egressos e apoio psicopedagógico são temas do instrumento de avaliação institucional, e a comissão pergunta o que a instituição faz com quem está em dificuldade.

Os sinais de risco que já estão nos dados

Nenhum desses sinais, sozinho, define que o estudante vai sair. Juntos, e vistos a tempo, indicam com quem conversar primeiro.

Quem age em cada sinal

  1. Professor: percebe primeiro a nota e a falta, e pode encaminhar.
  2. Coordenação do curso: vê a turma inteira e o histórico, e chama o estudante para conversar.
  3. Apoio ao estudante: faz o atendimento psicopedagógico, as adaptações e o acompanhamento, com sigilo.
  4. Secretaria e financeiro: tratam do que é documento e pagamento, com as opções que a instituição oferece.

Erros comuns

Ouvir quem saiu, e trazer de volta quem quer voltar

Uma pesquisa curta com os evadidos, com vários motivos possíveis e em sigilo, mostra padrões por curso: horário, financeiro, mudança de cidade, dificuldade acadêmica, expectativa diferente do curso. A mesma pesquisa pode perguntar o que faria a pessoa voltar (bolsa, outro turno, aulas on-line, aproveitamento de disciplinas) e se ela aceita ser procurada.

Como o Cátedra ajuda

No Cátedra, a planilha que o sistema acadêmico já exporta vira uma fila de alertas para quem cuida do apoio ao estudante, que decide o que fazer; nota nunca abre caso sozinha. As provas corrigidas no sistema mostram a situação de cada turma e os estudantes em alerta enquanto ainda dá tempo. O módulo de apoio ao estudante registra atendimentos com sigilo e registros sensíveis cifrados, e avisa ao professor só o que ele precisa saber para adaptar a aula. O módulo Alumni envia a pesquisa aos evadidos, mostra os motivos só no conjunto (a partir de cinco respostas) e devolve à coordenação a lista de quem quer voltar. Veja também o guia das provas com cartão-resposta.

Perguntas frequentes

O alerta de risco substitui o atendimento?

Não. O alerta indica com quem conversar primeiro; a decisão de abrir um atendimento é de quem cuida do apoio ao estudante, depois de ouvir o estudante.

Quem pode ver os dados do apoio ao estudante?

Só quem precisa, pelo papel que ocupa. O professor recebe o que precisa para adaptar a aula, não o conteúdo do atendimento.

Vale a pena pesquisar quem já saiu?

Vale. Sem saber por que os estudantes saíram, a instituição não sabe o que mudar, e parte deles aceitaria voltar com a condição certa.

Quer ver isso com os cursos da sua instituição?

Numa demonstração de 45 minutos, mostramos o fluxo com um curso de exemplo e respondemos às perguntas da sua equipe. Se preferir começar sozinho, o diagnóstico de prontidão leva dez perguntas.

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